Mas quem não é? Não é mesmo?
No fim até hoje os tenho. Sou diferente das pessoas ao meu redor e por tal, fico só.
Cansei de ter que escolher por causa das pessoas, que me dão escolhas manipuladas para minha mente.
Não sou adolescente igual aos demais. Sou uma criança. Sou um adulto.
Não sou homem e nem sou mulher. Mas ao mesmo tempo, sou os dois.
Não gosto de homem e nem gosto de mulher. Mas ao mesmo tempo, me apaixo pelos dois.
Vez ou outra me pego olhando para onde não devia e pensando o que não devia de alguém.
Os olhos falam mais que a boca. Isso é curioso. Pois nem sempre se entende o que eles nos dizem e ficamos para trás.
O que pensamo de alguém, deixou de ser julgavel e se tornou algo compreensível. Passei a conhecer as pessoas afundo, sem me importar, mas sim respeitando suas diferenças.
Diferenças essas, que me deixam com orgulho, pois não consigo libertar as minhas.
Enquanto algumas pessoas tem coragem de usar o arco-íris dentro de si, tenho medo se vão entender.
As vezes, até a personalidade se é colorida. As pessoas tem lados que outras não conhecem; as vezes, pode ser mais velho do que a idade que demonstra... As vezes mais novo...
Quem diria que ler tanto levaria a escrita?
Quem gosta tanto de trabalhar? De ajudar as pessoas e não ganhar nada em troca?
Ser ruim e boa em algo? Fazer só por fazer.
Aquela pessoa que apenas existe?
É tão errado ser um nada na vida? E se destacar sem querer?
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