Existe tantas coisas, ações, medos.
As vezes isso é um diário secreto, que só eu me encontro.
Como palavras, ou a falta delas.
A mente engana, brinca como se nada nunca pudesse mudar.
Quando me dou conta, as coisas já aconteceram. Eu tenho culpa em cada parte de um dia e sei disso.
O silêncio, o isolamento.
Não estou me protegendo, estou ferindo os outros.
As vezes as palavras não são ações. Os erros são fatais, que podem nunca ser revertidos, não importa o quanto se peça desculpas.
Os piores monstros não são aqueles que lemos, ou assistimos, somos nós, que fechamos os olhos e as vezes a boca para o mundo lá fora.
Estamos cegos, pensando que estamos sozinhos, quando há pessoas por perto. Infelizmente, se prender no caus da mente, é nosso pior erro.
Pensamos em um futuro que nunca vem, pois a cada instante, já está aqui, com a gente, virando o presente que não é valorizado.
As falas, podem até ser ditas, mas a face não esconde os sentimentos, que deixam todos sem entender.
Evitar, pode sim ser possível. Concertar, talvez não.
Então, o que se faz? Um desabafo nem sempre é suficiente, pois tudo já se tornou passado. Tão embasado; querendo esquecer aquilo que lhe fez sofrer.
O melhor presente, não é aquele que se embala, mas sim aquele que está lá, ao seu lado. Infelizmente, nem sempre valorizado.
As vezes é tanta gente, que você não sabe para onde ir. Não quer machucar ninguém, mas acaba se machucando e nesse meio tempo, todos sentem
Falar é difícil, tão difícil... Pensamos que o silêncio é nosso porto seguro, um casulo de uma borboleta; protegidos do mundo ao redor, mas no fim, está nos sufocando.
A culpa mata. Mas as vezes a flor já morreu. Não basta água.
A felicidade, não é mais demonstrada pelo sorriso.
Tô com medo de ter estragado tudo. Um tudo tão grande que não sei sobre o futuro.
Não tenho uma máquina do tempo e nem uma borracha magina... Não tenho um apagador de memória, um botão de delete. Tenho apenas medo, de perder quem está ao meu lado.
Alguns odeiam chiclete, mas quando perdem o gosto, queremos outro. Mas existe um que nunca perde o gosto, a presença de quem amamos.
Existem corações partidos, sem intenção de estarem assim. O meu, já deve estar em pedaços, pelo culpa que me corroe, mas estou disposta a dar ele a cada um que machuquei, quero colar com a colar do amor e deixar lá, para que saibam que sempre vou valorizar quem está ao meu lado.
Para perguntas sem resposta: não, eu não estou bem, mas vou ficar, pois sei que algum dia meu sorriso irá voltar.
Cada princesa passou por algo terrível, mas se ergueu com amigos e família, construíram seus reinos de um jeito tão lindo que não existe outro igual.
A diversão que perdi, não deveria ter chegado até aí.
As vezes precisamos apenas de um mergulho. Um mergulho na água fria. Ocupar uma piscina e fazê-la transbordar de amor.
A água não lava angústias. Mas talvez uma carta escrita a lágrimas sim. Um papel não é suficiente, pois para mim, parece que não haverá fim.
Estragar a si, não precisa estragar ao outros.
Não precisamos de palavras. Perguntas que não se pode responder. As vezes precisamos do simples, que ninguém consegue entregar: um abraço. Um "vai ficar tudo"; alguns precisam apenas de um tempo.
A solidão não é a solução. Então levantasse e puxe para a diversão.
O medo é nosso único inimigo, pois não sabemos o que vão pensar.
Não falo muito, mas sei escrever e as palavras são tão verdadeiras, que o infinito se surpreende com cada palavra, que parece um robô a digitar, mas até eles tem limites no que podem dizer.
Nada aqui faz sentido, como o tempo que se foi perdido. Não posso arrumar nada do que fiz, mas prometo recompensar, pelo machucado que causei em corações tão dispostos a me orgulhar.
Tudo passa tão rápido e nada podemos aproveitar. Infelizmente, ele não volta, só prossegue, tão apressado como se fosse perder algo, sem saber que já passou o momento de respirar.
O peito aperta com medo de continuar no mesmo caminho.
Florzinha que se fechou, vamos nascer com o grande amor que temos a oferecer.
Cada palavra é tão confusa, mas os sentimentos algum dia vão dá para entender.
Dá medo de continuar, pois no momento tudo se perde e vão embora como se nada mais tivesse para dizer. Só passa em minha mente, o pedido de desculpas, que agora, não dá para dizer presencialmente.
Mas isso é uma carta, que mando a você, que sei que machuquei e quero te dizer: não foi minha intenção, a mente se fez prisão de um sorriso escarlate, que não brilha no coração a tempos tão distantes que torço recuperar.
O brilho de vocês, me fazem brilhar, então nunca apague o que tanto me conquista. Sou uma escuridão, que precisa de vocês, com o amor, tão vermelho, que floresce em uma rosa sem espinhos para machucar.
Existe vários jeitos de te mandar uma mensagem. Mas decidi, através de uma carta inexistente, avisar, que preciso de ajuda para voltar a brilhar.
Mas isso não é desculpa, para o brilho de vocês eu apagar.
Tão diferentes. Tantos a quem tenho que falar, um pedido de desculpas, sem rima, pois ainda não gosto, mas cada palavra, aqui se encontra, uma melodia que algum dia poderá se tornar uma música, uma que vem do coração.
É um desabafo, que provavelmente esqueci de algo. Me avisem o que sentem e lhes direi o que sinto.
Meu medo é perder, quem sempre esteve aqui.
Não é cola ou chiclete, que devem usar para se colocar a mim.
Não é presente ou objetos, que representam os sentimentos.
Não é medo, é coragem de dizer: lhes machuquei, e com palavras tão distintas, com tudo o que sei, lhes peço perdão e que possamos sorrir juntos com o grande coração, que são tantas coisas, de significados únicos. Somos diferentes uns dos outros, e isso amo de mais.
Palavras não são nada. Apenas ações. Por isso, essa carta é tão grande, quanto um coração, esperando que essa seja a prova de minha ação.
Não posso mostrar meus sentimentos, ao lado de quem feri, mas quero dizer, que até agora estou a sentir.
Se a disposição está aí, para um perdão, um reencontro, uma paixão, uma família tão grande, peço que abra o coração e me deixe entrar mais uma vez e lhes direi, que do meu nunca saíram.