Pouco a pouco, se apaixonava cada vez mais, por cada detalhe, cada defeito, e ele não mudaria isso nem por um segundo.
Quando sentia saudades, não pensava duas vezes em ir lá dá uma espiada sem que ela saiba. Kalleb confiava, e mesmo sentindo ciúmes vez ou outra, não comentava nada, ainda mais por Amanda ter lhe explicado que não estava bem em tentar de novo, e queria apenas amizade com ele por um tempo.
Kalleb via as coisas acontecendo, do mesmo jeito que reconhecia o tipo de sorriso que ela dava para cada pessoa, reconhecia o olhar, o tom de voz.
Desde que a conheceu passou a prestar mais atenção nessas coisas, apenas observava e descobriria logo o que signicava.
Em um dia, Kalleb não pode comparecer, teve que ir ajudar sua irmã, mas prometeu para Amanda que iria passar no mercado e não sairia até dar pelo menos um oi para ela.
E foi isso o que fez. Mesmo sem nem uma intenção de comprar, entrou no mercado e andou a procura da garota atrapalhada.
Infelizmente, o um cheiro lhe chamou a atenção e não resistiu em ir na padaria comprar donuts que abará de sair do forno.
Foi na hora de pagar, que pensou duas vezes se seria isso mesmo o que iria fazer naquela hora.
Ele decidiu então, andar um pouco pelo mercado, até encontrar com Amanda, ou melhor, trombar com ela.
- Desculpa, desculpa! - ela disse sem ter percebido ainda em quem foi.
- Está tudo bem - ele riu - de verdade, acho até que tenho que começar a me acostumar!
- há? Há, é você! - ela teve um misto de emoções.
Estava feliz, um pouco vermelha pelo constrangimento, mas não se conteve em fazer uma piada idiota.
- Então é bom mesmo, porquê sou muito dessas coisas!
Ele sorriu de canto e se lembrou do que Robert lhe havia dito.
- Então é bom eu começar a me preocupar! - isso soltou algumas risadas dos dois lados - agora me diz, você folga em que domingo?
- No próximo, por que?
- Estava pensando em te apresentar um amigos meus, acho que vocês se dariam bem.
- Bem... Eu vou ver com meus pais.
Mesmo querendo sair, Amanda se sentia mal de fazer isso algumas vezes, não queria que isso fosse um sinal de que iria se repetir mais uma vez...
Logo ela voltou a trabalhar, deixando Kalleb com espectativa para essa possibilidade realmente acontecer.
Quando deu a hora de ir para casa, Amanda bolava mentalmente como faria isso, como falaria com os pais, que são da moda antiga... E, ainda tinha o fato de tudo aquilo, ela não tinha certeza se realmente entendessem ela.
Quando finalmente conseguiu falar e os pais deixaram, Amanda contou a novidade animada para Kalleb, que ficou feliz.
Um dia antes, ele combinou com seus amigos um lugar para se encontrarem todos juntos, sendo esse o bosque maia, seria um tipo de piquenique.
Quando o dia finalmente chegou, todos já se encontravam lá, só faltava Amanda e Kalleb, que estavam indo juntos.
Ao chegarem, Amanda estava com um pouco de dificuldade para se inturmar, como sempre lhe acontecia, tinha medo de falar a coisa errada...
Mas logo todos se apresentaram, e cada um descreveu uma personalidade que viam no outro, o que deixou o dia mais divertido para Amanda, que logo se sentiu mais confortável.
Todos ali eram tão peculiares quanto ela. Quando menos se deu conta, se dispersaram para partes diferentes do bosque maia, cada um fazendo um atividade diferente e logo se reuniam com outra pessoa. E depois, mudavam, brincavam, era tudo muito inacreditável.
Quando a tarde estava começando a virar noite, todos se reuniram para comer as coisas que haviam levado. No fim do dia não sobrou nada, nada além de uma amizade que pretendiam nutrir.
Os dias se passaram e sempre planejavam alguma coisa pra fazer, mesmo faltando alguns membros vez ou outra, mas ainda assim eram coisas diferentes.
Isso estava trazendo a felicidade que Amanda nem imaginava que ainda tinha. Essa era ela, e aqueles eram seus novos amigos. Mas Amanda, não deixaria seus outros amigos, já estava bolando um plano de uni-los, o que só a deixava mais feliz.
Ela havia compartilhado com o novo grupo o que aconteceu, eles também lhe apagaram, o que a fez se livrar de mais um pouco daquele pesso tão persistente.
Estava bem novamente, e não lhe permitiria se perder de novo, não deixaria aquela garota que tanto gostava, deixar de ser quem é, muito menos após ter ganhado amigos, coisa que nem sabia ser possível.
Não tenho certeza se gostei desse "mundo perfeito" em que Amanda terminou. Adorei como ela age.
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